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Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana

Falecimento do Reitor da nossa Universidade

29 August, 2011

3-23232634_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$55d4c2de-142b-4601-8def-3c587b9b4ffe$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpgO Mundo perdeu um competente gestor académico e científico!

O Professor Doutor Ramôa Ribeiro será lembrado por todos nós como um indivíduo que também acreditava e reconhecia o papel educativo das actividades extracurriculares de vários âmbitos, valorizava a iniciativa dos estudantes e atribuia-lhes o valor de reforço do carácter dos indivíduos que passam pelas instituições de Ensino Superior e experimentam esta realidade.

Manteremos por isso o espírito que o mesmo sempre incentivou, de levar a música académica e o bom nome da nossa escola e da UTL onde a nossa força de vontade nos levar.

Associamo-nos à dor da família, amigos e demais comunidade académica.

Mais informações sobre as cerimónias fúnebres poderão ser obtidas do sítio de internet da Universidade Técnica de Lisboa

Palavras proferidas pelo Professor Doutor Adriano Moreira, Presidente do Conselho Geral da UTL, por ocasião da cerimónia fúnebre do Reitor da UTL.

Solidariedade com Manelão! (viciado assumido em Triatlo)

18 July, 2011

TriatloO nosso amigo Manelão, aquele mesmo que come e dorme em cima da bicla, assume em uma entrevista publicada no jornal “O Público” o posicionamento estratégico do Triatlo como “um vício“.

Recordamos várias histórias, onde o mesmo Manuel Alves, viciado em Triatlo, teve de fazer uso das competências adquiridas neste desporto para dar resposta a algumas solicitações de alto nível no seio do GSFMH. Ficou mais rica a vida colectiva do Grupo com a sua passagem e estamos certos que também a vida pessoal do Manelão com esta partilha.

Fica este pequeno destaque ao feito de um dos nossos, o Manelão que tem dedicado a sua vida profissional à vida e evolução desta modalidade, que cada vez mais tem procura.

Continuação de bom trabalho Manelão!

XVII Noite de Tunas de Oeiras…(parte II)

21 June, 2011

imagesCANCK0CK.jpgJá havíamos aprendido a lição na XIII Noite de Tunas de Oeiras, onde houve a necessidade de garantir um plano B. Desta vez, acautelados pelo registo de várias intervenções da Protecção Civil e Bombeiros na zona não queríamos interromper nenhuma das tunas durante a actuação razão pela qual promovemos a deslocação de todo o aparato do espectáculo para um espaço coberto, sendo este intimista e próximo do povo (ainda pensámos em requisitar um cacilheiro, mas não houve possibilidade em tão pouco tempo).

Transformámos a dificuldade em oportunidade, tendo literalmente transformado uma Cantina em palco e conseguimos ainda dar um especial sentido à expressão “de comer e chorar por mais”.

Após o repasto substituímos a linha de Self pelo corredor de entrada e saída das tunas, num recanto iluminado pelos frigoríficos das bebidas instalámos o Sistema de Som, iluminação e demais efeitos e estava tudo pronto para o início daquela que seria sem dúvida a mais emblemática das Noites de Tunas de Oeiras (pelo menos desde a última e talvez até à próxima).

Após o compasso de espera entrou o nosso apresentador, ainda com chapéu-de-chuva e gabardine (tendo conseguido estacionar facilmente o seu bote), colocámos todos os presentes em cadeiras, degraus de escadas e espaços livres… (confessamos que ficámos assustados com o cenário característico do Metropolitano de Tóquio em hora de ponta para assistirem à XVII NTO, principalmente porque não havíamos contratado os jovens que garantem que todos entram!)

Independentemente de tudo o resto, iniciámos com a participação especial da Tuna Sénior da USILA, com a sua jovialidade madura conseguiram arrancar alguns suspiros quando entoaram a conhecida música “Olhos Negros”.

Os homens da casa, o GSFMH, apresentaram-se logo a abrir o menu que seria servido nesta cantina. Com alegria trouxeram à Fábrica da Pólvora temas já bem conhecidos como “A tua voz”, “Debaixo da tua janela” e algumas adaptações.

Seguiu-se uma boa actuação da TAFUL que, uma vez regressados ao palco da NTO, encantaram com um receituário bem equilibrado, conseguiram transmitir bastante bem o espírito que sempre nos habituaram e revelaram muito trabalho nos arranjos musicais.

Rumámos de seguida à iguaria mais distante da noite, recebendo a sempre animada visita dos “Engenheiros Charrocos” onde a ESTuna provou uma vez mais que animação e alegria são sinónimo de actuações bem conseguidas. Face a um público que já os conhece, mostraram que de facto “Sereia do Sado” é bem mais do que uma expressão.

Visto que o prato servia-se em tunalidades de engenharia, celebrando o Dia Mundial dos Vizinhos, desafiámos umas vizinhas, das mais bonitas que conhecemos, a entrar no menu. A TFIST entrou no pequeno palco, mas encontrou forma de até concretizarem um esquema de pandeiretas (Mulher Engenheira resolve tudo!) e nos brindaram com um tema especialmente dedicado a nós (delicioso!).

Para o encerramento chamámos os que andam em todos os cantos e arredores do território Lusitano, a Tuna Mística de Portugal. Conseguiram o feito histórico de serem - A única tuna que na história da NTO que conseguiu fazer o público levantar-se antes da actuação - (para alargar o espaço do palco) e, ainda incrédulos sem palavras, recomendamos que procurem (e partilhem connosco) as cenas desta actuação única! Chapéus-de-sol, saltos, energia e alegria foram os acordes dominantes desta singular actuação.

Continua…

XVII Noite de Tunas de Oeiras…(parte I)

9 June, 2011

Nota prévia: Devido ao extenso programa, inúmeros episódios insólitos e demais cenas (algumas delas chocantes), optámos por “fazer render o peixe” e para não vos massacrar com um relato extenso dividímos em (pelo menos) 3 esta nossa reportagem.

XVIINTOdocs.jpgEmbora ainda haja quem pense que a NTO acontece apenas na noite de Sábado, é sabido por alguns que a tradição implica uma dinâmica única em torno deste nosso evento – algo que nos move a anualmente receber tunas amigas vindas de todos os cantos do país e arredores.

Após uma semana exaustiva de trabalho e estudo é tempo de começar o fim-de-semana mais louco do ano e precisamente com a já habitual noite de convívio e recepção às tunas.
Desta vez escolhemos o ambiente caseiro e acolhedor do espaço da Associação dos Estudantes da FMH, contando com petiscos e animação para quem chegava à recente Vila da Cruz Quebrada – Dafundo.

A noite já ia longa (demais), quando se resolveu dar por encerrada…afinal de contas a manhã seguinte era dedicada à prática desportiva.

Já o sol raiava quando pelas 10h30 e ouve-se o apito do árbitro e, quase todos, estavam prontos para dar uns pontapés na bola (alguns apenas em sonhos e outros apontando às canelas). Concretizou-se o XVII torneio de futebol da NTO…consta que os únicos que foram capazes de vencer (talvez pelo cansaço) foram os amigos da Tuna Mística de Portugal.
Banho tomado (felizmente), trajes vestidos (excepto um par de calças esquecido) é tempo de Almoço Académico. Este prima pela solicitação feita às amáveis cozinheiras da FMH para tornarem prazeirosa a experiência de comer nesta Cantina (informamos que durante o ano subornamos estas senhoras com várias Serenatas, sendo esta a forma de cumprir o nosso programa de Gestão total da Qualidade!).

Após o manjar digno de deuses rumámos aos locais mais emblemáticos da centenária Vila de Oeiras, onde fomos agraciados com um bonito dilúvio…Uma verdadeira bênção de São Pedro que nos permitiu um lanche verdadeiramente partilhado, abrigado e com muito convívio animado.

XVII Noite de Tunas de Oeiras: Outra vez os não competitivos?

24 May, 2011

XVII NTO1995 foi o ano da I Noite de Tunas de Oeiras, fruto de uma parceria Cultural forte entre a Câmara Municipal de Oeiras e o Grupo de Serenatas da FMH. Fundada com o espírito de apresentar em Oeiras um espectáculo de referência no panorama nacional cimentou a vontade de igualmente trazer algumas das melhores Tunas Portuguesas ao espaço geográfico de Oeiras. Desde então apenas têm ficado na memória colectiva boas impressões da Cultura Tunante, do Civismo e acima de tudo a qualidade musical.

Desde sempre o Grupo de Serenatas da FMH pauta a sua participação apenas em eventos não competitivos, simplesmente porque acreditam que “A música académica tem profundas ligações às raízes do nosso Povo e sustenta de certa forma o fenómeno cultural da educação, acreditamos por isso que o carácter não competitivo deste evento eleva ainda mais os valores da fraternidade, solidariedade e gratuitidade que tão em falta estão no Portugal actual”.

“A 17ª edição é sem dúvida marcada por uma grave crise económica em Portugal e, embora pudesse colocar em causa este evento, serviu de reforço à histórica parceria entre o nosso Município e o Grupo de Serenatas da FMH permitindo que, juntos, encontrássemos forma de viabilizar este costume da população de Oeiras”.

17 é um número que nos transporta ao universo de quem deseja a maioridade e a cidadania plena, o único número primo e perfeito entre 16 e 18 e na tradição do Grupo de Serenatas da FMH simboliza uma das maiores metamorfoses da vida, trazendo à memória as preocupações anteriores à entrada na Faculdade de Motricidade Humana.

Com esta iniciativa pretende-se divulgar a Vila de Oeiras e dar a conhecer aos nossos vizinhos e amigos o que de melhor se realiza no campo da Música Académica.

Este ano, pela primeira vez na Fábrica da Pólvora de Barcarena, o evento contará com a musicalidade e espírito Académico das seguintes tunas:

- Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana (Anfitriões)
- TAFUL – Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa
- ESTuna – Tuna de Engenharia da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal
- TFIST – Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico
- Tuna Mística de Portugal

17 é o número, 28 de Maio o dia…o local é onde descobrirem a Pólvora para os lados de Barcarena.

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