XIII Jantar de Aniversário
Prometia ser apenas mais um jantar de amigos, com reencontros e novos conhecidos, mas tornou-se num jantar para mais tarde recordar com um sorriso e algumas lágrimas de saudade à mistura.
Tendo, alguns, encontro marcado no largo Camões, emparedados entre a “copofonia” do Bairro Alto e o charme do Chiado, lá se reuniram alguns dos bravos com algumas donzelas à mistura. Estando alguma da “cru” (perdoem-nos os caros leitores, mas a ascendência do nosso Farol é evidenciada através do neologismo Crew) reunida, seguimos para o palco do espectáculo, o forno das emoções: Restaurante da Trindade.
Fomos tão bem recebidos pelos proprietários, como por todos os outros elementos do Grupo de Serenatas que esperavam por nós. Estávamos perante uma verdadeira montra de gerações onde reinava a sabedoria dos “monstros” e a imponência dos aspirantes.
Paulo Duarte, Chinês, Marcus, Dinis, Relâmpago, e outros até que não estiveram presentes, serão para sempre nomes que nos fazem sonhar com algo mais, figuras que deitam abaixo qualquer “Adamastor” e que nos enchem de vontade de fazer do seu ideal o nosso ideal.
Muitos abraços e cumprimentos depois, eis que o jantar começa a ser servido, bem como começam as surpresas da noite. Bife, bacalhau, pato, nada escapou às massas das partes baixas, para regalo dos mais descarados surpresa dos mais desatentos.
Já no fim do jantar, depois de muitas músicas cantadas e muitos antigos êxitos relembrados, surge Nazaré, o bravo Joselito, enfeitado de laços e envolvido por uma caixa da Leopoldina, entoando “Clavelitos” para deslumbre da plateia.
Houve também direito a uma música especial de Parabéns para o grupo, particularmente alegórica a alguns veteranos, e também houve entrega de sugestões de cartões de promoção do GS. Entre ursinhos e bolas de relaxamento, tudo teve espaço naquela noite de surpresas.
Findo o jantar, cada um volta a seguir o seu caminho, com a certeza de que mais tarde ou mais cedo, voltamos a estar reunidos sob força de uma qualquer entidade mágica denominada Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana.
Aos “veteraníssimos”: Pouco ou muito presentes, saibam que são muitas as vezes em que o singular critério para tomar determinada decisão se restringe a:”O que fariam eles se estivessem nesta situação?”
Aos veteranos: Irmãos mais velhos, orientadores. Não desistam de nós, caloiros, nós não desistimos do GS.
Aos caloiros: Queiram sempre que um dia alguém olhe para nós como nós olhamos para eles.
Às convidadas: Obrigado por existirem.
Um dia serei lua, para já sou apenas Farol.
Pedimos desculpas aos leitores assíduos, mas a falta de tempo das festas não nos permitiu em tempo útil publicar este texto com as hiperligações do costume. Não percam a esperança pois este seguramente será legendado com as imagens.
PS 2 - Obrigado pela vossa paciência, finalmente conseguimos legendar o texto.