A Noite de Tunas de Oeiras é já este sábado!
No dia 28 de Maio de 2005, pelas 21:30, terá lugar a XI Noite de Tunas de Oeiras, na Casa da Pesca (Estação Agronómica Nacional), em Oeiras.
Para si, a entrada é livre.
Para mais informações veja NTO!
No dia 28 de Maio de 2005, pelas 21:30, terá lugar a XI Noite de Tunas de Oeiras, na Casa da Pesca (Estação Agronómica Nacional), em Oeiras.
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Tudo o que se disse de Chinês terá que ser totalmente reescrito. Afinal não estamos perante um mito, mas sim perante um grande representante do calçado militar mal engraxado. O pedido da organização para a interpretação conjunta do maior êxito de sempre do reportório tunante, a incontornável “Mulher Gorda”, foi mal recebido por parte do veterano fundador que agrediu brutalmente o responsável da associação e três magisteres de tunas seniores que concordavam alegremente com o tema proposto. Apesar deste episódio triste, o clássico acabou por ser cantado e tocado pelos presentes, enquanto Chinês se refugiava na casa de banho, lamentando-se que a letra lhe trazia à memória as suas ex-namoradas. À saída, questionado acerca de tal atitude animalesca, disse apenas que não comentava. Já na conferência de imprensa aceitou falar do novo CD: “ao contr�rio do Live in Ponta Delgada, do primeiro Périplo Açoriano, esta é uma gravação com qualidade, pelo que vamos olhar em frente e preparar o futuro, e já agora, talvez editar o CD”. A redacção apurou que a gravação conta com quatro originais “Debaixo da tua janela”, “Feitiço”, “O meu fado” e “Sombras”, e uma versão de “A ilha“, original de Rui Veloso.
Numa noite de emoções fortes, houve ainda uma senhora que afirmou que uma Palmeira se sentou no banco da frente e que não a deixou ver patavina do espectáculo. Corleone sensibilizado com tamanha injustiça “Ó minha senhora! Tenho ali a motosserra no porta-bagagens; fica já com lenha para o fogão”.
Publicado por: CorleonePress
Pouco passava das dez da noite, quando finalmente a malta trabalhadora se juntou ao grupo, que jantava numa qualquer tasca em frente à magnífica Casa do Benfica de Rio Maior. As jarras estavam vazias e Chinês já começara com o seu passatempo preferido: praxar tunas inteiras. Os Açores foram o tema de conversa e assim ficámos a saber que Vulcano descende de uma família de Havaianos, os Albatrozes, que emigraram para os Açores e lá construíram o farol que mais tarde viria a inspirar Araújo na composição da sua obra-prima mais aclamada - Feitiço.
Sem mais demoras, o grupo seguiu para a Fonte Velha e assistiu ao desempenho entusiástico das tunas da casa. Começaram então a ouvir-se as fãs da cidade, a pedir a presença do GSFMH em palco, o que acabou por acontecer, não fossem elas arrepender-se. Vulcano brilhou ao cantar no meio das fãs que reclamavam um pedaço do seu traje, facto que mereceu o comentário de Corleone “isto dos caloiros serem solistas há-de acabar”. Macau marcou o seu inconformismo comentando que “também mereço uma oportunidade”.
No fim da serenata, o destino foi o bar Karaoke da cidade, que teve o privilégio de contar com Relâmpago&Friends numa espectacular versão do já clássico “Deixa-me rir“, popularizado pelo nosso camarada Jorge. No fim da noite, o GSFMH prometeu o regresso e os da casa prometeram gás na imperial!!
Publicado por: CorleonePress
O Bar Real República de Coimbra mudou de gerência. Este espaço tem sido, ao longo dos últimos sete anos, local de encontro do mundo das tunas e um espaço acolhedor para todos os “academistas”.
Por termos sido sempre bem tratados e como reconhecimento de um excelente trabalho empresarial/cultural/boémio, publicamos a missiva endereçada pelo Rui Rebelo ao GSFMH, bem como a outros grupos académicos, e que muito nos honra.
Às
TUNAS e/ou
Aos
AMIGOS TUNOS(AS)
Na “Hora da Despedida” - encontram-se, e sempre, encantos tamanhos - Não pretendemos endereçar-vos o último Adeus - mas tão-só saudar-vos - cordialmente, amistosamente e respeitosamente. Dizer-vos, pelo direito que nos assiste, quão gratos vos estamos e quanto felizes nos encontramos por vos termos visto e ouvido crescer e andar para frente com e sem erros - foi um período cheio; um tempo abonado em surpresas; um espaço de histórias e de “estórias”; e uns anos de vivências puras e sãs.
Ao despedirmo-nos de um “projecto” a que, vai para 7 anos, decidimos dar forma, corpo, alma e espárito, com toda a força académica e onde a tradição estudantil foi a dinâmica da acção, queremos deixar-vos uma palavra e um testemunho de gratidão.
A presença da v/ TUNA, de quando em vez, no nosso Bar, o “Real República de Coimbra”, para além de gratificante, constituía uma visita amiga, benfazeja, cativante e saudável.
As Capas e as Batinas, de um traje igualitário, prestigiante das várias academias, identificativo da malta estudante, tradicional e singular, são a coroa e a cara emblemática da vossa passagem por todos os cantos e mais algum.
Cultivar a música e as cantigas, ambas com sabor a popular ou com letras que todos conseguem trautear por terem descido às ruas lusíadas ou terem andado na boca de cultores de Fado ou de artistas românticos ou de outra toada, acaba por significar que a malta, apesar de jovem e de irreverente, não é rasca, antes de geração diferente e ainda estudante de tudo e de tanta coisa.
Foi sempre contagiante a v/ presença no n/ “miserável” quanto simples palco, foi sempre tonificante escutar as vossa vozes, foi sempre arrepiante ficarmos envolvidos nos arranjos musicais e outros dos v/ acordes, foi sempre modelar a v/ passagem, com ou sem grão na(s) “asa(s)”, foi sempre simpática e envolvente o v/ pisar do n/ espaço, foi sempre emocionante a maneira afável, amiga e muito jóia como marcastes as vossas idas ao “real”, e foi e será sempre uma recordação viva e inesquecível a vossa estada no “real” e, também, foi e será sempre lembrada a amizade que todos e cada um de vós, à sua maneira, nos conseguiram oferecer sem alardes saloios e galanterias de verniz estaladiço. O vosso espírito académico, de polida estatura, de lácida presença e luzido comportamento, jamais se apagarão da n/ memória �
Queremos agradecer-vos do fundo dos n/ corações como conseguistes - sempre que presentes - alegrar o espaço do Bar, contagiar o ambiente e os clientes, elevar o espírito da Academia e enaltecer a alma estudantil.
Se mais não fizemos, em vosso abono e em nome da v/ Tuna e de todos(as) que a formatam, numa vivência salutar e solidária, foi por - aqui e ali - nos terem faltado as forças para tanto, já que as exigências de outros projectos eram, e as mais das vezes, maiores que as da praxe académica.
Esperamos continuar a seguir os vossos passos de sucesso, bem como alguns dos vossos caminhos de menos apoteose com o sentimento de que, e só de uma forma e de outra, podereis crescer em espírito colectivo académico e de grupo humano e, uma ou outra vez, como homens e como mulheres.
Mas também acreditamos que o v/ “real” vai continuar a ser um espaço para alegrias, curtir algumas mágoas e projectar novos ideais.
Estaremos sempre gratos e queremos, com uma expressão beirã e puramente académica, deixar-vos o nosso mais vivo e sentido
BEM-HAJAM
Os amigos,
António Barreiros & Rui Rebelo
Lisboa, 23/05/05

PASSATEMPO
Só falta a resposta a uma das questões! Cada uma das respostas vale um convite duplo para o jantar “com os artistas” da XI Noite de Tunas de Oeiras e para acompanhar o espectáculo nos bastidores!
As respostas devem ser enviadas para serenatas@fmh.utl.pt, com o texto “Quero um jantar duplo à pala e com os artistas!”
Para atribuição de cada um dos três convites duplos, será considerada a primeira resposta certa a dar entrada na caixa de correio referida e em que esteja mencionado o texto solicitado.
Um convite duplo por questão respondida acertadamente! Vem jantar connosco e acompanha o espectáculo por dentro.
Grupo de Serenatas da FMH:
Estrada da Costa,
Cruz Quebrada
1495 - 688 Cruz Quebrada
Telefone e fax:
214 141 526
Contacto Skype:
serenatas.fmh