Casos de Sucesso
Conheça os depoimentos de pessoas que conseguiram ter sucesso na perda de peso e na sua manutenção.
Se esse também é o seu caso, saiba que pode ser um exemplo para muitas pessoas que se debatem diariamente com o problema do excesso de peso. A inscrição no RNCP não obriga a passar testemunho, mas poderá fazê-lo neste espaço, se for essa a sua vontade.
|
|
Passei a comer melhor e de forma mais saudável e a praticar atividade física, que fui aumentando de forma natural porque descobri que me dá prazer, porque me dá tempo para mim mesma e porque desenvolvi o gosto pela corrida.
Fui uma criança e uma adolescente sem qualquer problema de peso, com pouco apetite, mas que tinha que respeitar rígidas normas: as horas das refeições eram sagradas e tinha que comer tudo quanto me punham no prato. Com ou sem apetite, gostasse ou não do que lá me punham.
As alterações de peso vieram com a concretização da decisão de deixar de fumar, aos 23 anos, acompanhadas e agravadas por uma atividade profissional muito sedentária e que não permitia horas certas para as refeições.
|
|
|
Hoje em dia sinto que renasci das cinzas...
Joana nasci, cresci e cheguei a adulta sempre magra. Aliás, em criança e adolescente era mesmo "magrinha", comia de tudo e não engordava. Fazia algum desporto mas nada de especial. Entretanto, aos 17 anos comecei a praticar aeróbica e step com regularidade, ou seja, cerca de 4/5 vezes por semana. Esta prática coincidiu com a minha entrada na faculdade, fim do curso e início do primeiro emprego. Durante a faculdade também frequentei a natação durante dois anos. O peso era sempre normal e continuava a ter uma alimentação equilibrada e muito "à vontade" (não me coibia de comer fosse o que fosse porque não engordava, recordo-me de comer 'croissants', folhados, salgados e continuava sempre magra).
|
|
|
"A descoberta de que era capaz de perder peso e continuar a ter uma vida normal, colocou-me outros desafios, que assumi, e que tiveram sobretudo como objectivo tentar superar-me e perceber que “nunca” é uma palavra que não deve de existir no nosso vocabulário... continuo a defender que um “talvez” é perfeitamente aceitável e até moderadamente assertivo, desde que isso não nos condicione a perseguir o nosso objectivo."
Adoro comer!...
Comer para mim significa prazer, de comer o que gosto e saborear uma vasta palete de sabores…
Significa família, porque é à volta da mesa que nos reunimos e que partilhamos não só uma refeição, mas também as novidades (boas e más), e que reforçamos o amor que sentimos uns pelos outros…
Significa amizade, porque é o “chá, café ou a laranjada”, que reúne os amigos e que nos lembra que eles também são parte da nossa vida…
Significa romance e amor, porque é também à hora da refeição que nos encontramos e que nos voltamos a reencontrar depois de uma dia de trabalho...
Comer para mim durante algum tempo também foi significado de fuga para gerir ansiedade e desculpa para esconder a timidez e a vontade de querer ser diferente. Quando me perguntam quando foi que me apercebi que teria de mudar, respondo sempre que não sei bem... sei sim que demorei o meu tempo a encarar esta mudança como necessária...
|
|
|
Lembro-me de aos 6 / 7 anos a minha mãe se preocupar com o meu baixo peso para a idade e de alguns Médicos a que me levava, me receitarem diversas Vitaminas, coisa que nunca resultou no aumento “maternalmente” desejado do peso.Com 19 anos, ao entrar na Faculdade, media 1,70m e pesava penso que 62 quilos. Cinco anos depois ao sair da mesma Faculdade, pesava 66 quilos. A partir daí, fui trabalhar para o Sector Automóvel, boas viagens pelo País e Estrangeiro e foi sempre a subir, 70, 75, 80, 85 e finalmente 90 quilos.
|
|
Hoje tenho 73/74 kg, o que tenho mantido até agora, já não faço dietas loucas, mas sim optei por um modo de comer diferente. Mesmo assim como 2 quadradinhos de chocolate amargo todos os dias, é o presente que dou a mim mesma.
|
|
|
História do meu peso:
Sempre tive tendência para ganhar peso com facilidade. Na adolescência considerava-me gorda, embora hoje saiba que não o era. Entre os 13 e os 18-19 anos, vivi obcecada com o peso e quase deixei de comer. As consequências surgiram inevitavelmente, nomeadamente o mau funcionamento intestinal, que perdura até hoje. Com a entrada na idade adulta passei a valorizar outros aspectos, passei a aceitar-me como sou e entendi finalmente o erro que vinha cometendo nos últimos anos. Gradualmente, passei a alimentar-me de forma “normal”, embora nunca tenha sido um bom garfo.
|
|
|
|
|
|
Pág. 1 de 4 |