Análise Ergonómica do Trabalho

Unidade Curricular: Análise Ergonómica do Trabalho
Ano:

2

Semestre:

1º Semestre

Área Disciplinar:

Psicologia e Comportamento Motor

ECTS:

10.0

Regente:

Teresa Margarida Crato Patrone de Abreu Cotrim

Objectivos:

Domínio do quadro metodológico para a construção da Intervenção Ergonómica, numa abordagem de desenvolvimento de um ponto de vista sobre a Atividade de Trabalho nas suas relações com o funcionamento da empresa e integrando as características do Homem nas suas relações com as variáveis técnicas e organizacionais. Domínio das técnicas de análise de utilização genérica em Análise Ergonómica do Trabalho. Aplicação das técnicas de análise em situações práticas.

Conteúdos Programáticos em Syllabus:

1. A Análise do Trabalho como pressuposto da Construção da Intervenção Ergonómica: Evolução da Análise do trabalho; Principais características da Análise do trabalho; Noção de Situação de Trabalho, de Realidade de Trabalho e de Intervenção ergonómica, na perspetiva das duas principais correntes.
2. Diferentes Abordagens na Análise do Trabalho: Observação; Verbalizações.
3. Métodos de Análise do Trabalho de utilização genérica: Questionários; Entrevistas; Protocolos Verbais; Método dos Incidentes Críticos; Checklists; Focus Groups; Outros métodos.
4. Metodologia para a Construção da Intervenção Ergonómica: Metodologia de Intervenção Ergonómica – uma abordagem global; Construção da Intervenção; Conhecimento do Funcionamento da Empresa; Delimitação das Situações de Trabalho; Pré-Diagnóstico; Diagnóstico; Caderno de Encargos Funcional; Intervenção Ergonómica como processo de transformação.
5. Integração dos conhecimentos sobre o trabalho e aplicação em situações reais de trabalho.

Avaliação:

A apresentação dos conteúdos teóricos é suportada por powerpoint e baseada na bibliografia de apoio e nos textos fornecidos aos alunos. A vertente prática é baseada em fichas práticas com a aplicação das matérias teóricas através da análise de artigos, desenvolvimento de instrumentos e sua aplicação, role-playing e análise de vídeos. Os dois modelos de avaliação, continua e final, englobam as duas vertentes: teórica e teórico-prática, com a ponderação, respetivamente, de 70% e 30%, não podendo nenhuma delas apresentar classificação inferior a 9,5 valores. No modelo de avaliação contínua é exigido um mínimo de 2/3 de presenças nas aulas e são realizadas 3 frequências. A nota mínima aceite para cada uma é de 9,5 valores. E inclui trabalhos de natureza vária, tais como, fichas práticas, trabalhos de campo, recensões de artigos e a sua apresentação escrita e oral. O modelo de avaliação final engloba uma prova escrita com uma componente teórica e uma teórico-prática.

Bibliografia:

Amalberti e cols (1991). Modéles en Analyse du travail, Pierre Madraga Éditeur.
Bardin, Laurence (1977). Análise de Conteúdo, Edições 70, Lisboa.
Foddy, William (2002). Como perguntar, Teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários, Celta Editora, Oeiras.
Guérin, F., Laville, A., Daniellou, F., Duraffourg, J. e Kerguelen, A. (1997). Comprendre le Travail pour le Transformer, Anact, France.
Kirvan, B. e Ainsworth, L. (1992). A Guide to Task Analysis, Taylor and Francis, London.
Langford e McDonagh (2003). Focus Groups. Taylor and Francis.
Rosenfeld, P., Edwards, J. E. e Thomas, M. D. (1993). Improving Organizational Surveys, New Directions Methods and Applications, Sage Focus Edition, London.
Stanton, N. e Young, M. (1999). A Guide to Methodology in Ergonomics, Taylor and Francis, London.
Wilson e Corlett (1990). Evaluation of Human Work, Taylor and Francis, London.

Programa em formato pdf:

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