Dança e Inclusão

Unidade Curricular: Dança e Inclusão
Ano:

Semestre:

Área Disciplinar:

-

ECTS:

Regente:

Maria Luísa da Silva Galvez Roubaud

Objectivos:

Relacionar e aprofundar os conhecimentos teóricos e práticos em dança/movimento expressivo adquiridos nos dois primeiros anos do curso de licenciatura em dança na comunidade, orientando-os numa ótica de promoção da inclusão social. Conhecer as potencialidades e limites do uso inclusivo, psicoterapêutico, de (re)inserção social, e reeducativo do movimento/dança, e os requisitos da respetiva formação para a intervenção. Explorar e perspetivar a aplicabilidade da dança/movimento expressivo em função de problemáticas, contextos ou populacões específicos, a partir de uma auscultação de necessidades psicossociais articulada à sua contextualização numa dimensão cultural mais ampla.

Conteúdos Programáticos em Syllabus:

Contextualização sócio-cultural, artística e disciplinar do surgimento das terapias pela dança e da sua relação com o conceito de inclusão social. Fundamentos teóricos e enquadramento conceptual da dança inclusiva, das terapias pela dança e de outras terapias de mediação corporal; especificidades da dança inclusiva face a essas terapias, às psicoterapias convencionais, e a projetos de animação sócio-cultural.
Metodologias e técnicas em dança inclusiva. Análise do movimento e comunicação não-verbal. Contextos de intervenção e técnicas de Intervenção auxiliares. Requisitos da formação para a intervenção em dança inclusiva; competências profissionais; aspetos éticos e deontológicos.
Exploração e aprofundamento de necessidades populacionais e sociais particulares, com vista ao delineamento de um proto-programa de intervenção.

Avaliação:

A metodologia, teórico-prática, alia a exposição das teorias e conceitos que enquadram a disciplina, e a apresentação de documentos audiovisuais, à forte participação dos alunos na exploração e questionamento das dimensões psicossociais e artísticas envolvidas em dança e inclusão, através de debates, apresentações, trabalho em pequenos grupos, vivência de métodos e técnicas lecionados, e saídas de campo.
A avaliação, contínua, obriga a 2/3 de presenças (assiduidade e participação = 20%) e a um trabalho de grupo final (um proto-programa de intervenção = 80%), que deve ser fundamentado quanto à problemática definida, objetivos, metodologias, e caracterização da população-alvo. O processo é supervisionado pelo docente ao longo do semestre. A classificação final, de 0 a 20, corresponde à ponderação da nota individual e da que for obtida no trabalho de grupo. A não verificação destes quesitos inviabiliza a avaliação contínua, e a aprovação depende de nota positiva em Exame Final.

Bibliografia:

Gardner, H. (1973) Arts and Human Development, Londres, John Wiley.
Geoffrey, L. G. e col eds (2005) Group Work With Populations at Risk. Oxford University Press.
Kauffmann, K. A. (2006) Inclusive Creative Movement and Dance, Human Kinetics.
Holtzman, L. e col. Eds. (2003) Psychological Investigations: A Clinician's Guide to Social Therapy, N.York, B./Routlege.
Hanna, J. L. (1979) To Dance is Human. A Theory of non-verbal communication, Un. Texas Press.
Lovatt, P. (2011) “Dance confidence, age and gender”. In Personality and Individual Differences 50: 668–672.
Moore, C. e col. (1988) Beyond Words, Londres, G. & Breach Publish.
Payne, H. (1992) Dance Movement Therapy: Theory and practice. Londres: Routledge.
Sandahl, C. e col (2005) Bodies in Commotion – disability and performance, Un. Michigan Press
Roubaud, L. (2012) “Novas paisagens demográficas nas práticas sociais e terapêuticas da dança” Seminário Internacional Descobrir a Dança, Monteiro, E. & Alves, M. J. (coords). DVD Lisboa: FMH, 607-625.

Programa em formato pdf:

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